A MOBILIDADE DO TRABALHO DO MIGRANTE NORDESTINO E OS MOVIMENTOS XENOFÓBICOS DO CENTRO-SUL: UMA QUESTÃO MIGRATÓRIA

  • Sueli de Castro Gomes Universidade Estadual de Maringá
Palabras clave: migração mobilidade do trabalho movimentos xenofóbicos

Resumen

A teoria da mobilidade do trabalho de GAUDEMAR (1977) auxilia-nos na compreensão da presença dos nordestinos em São Paulo e no Centro-Sul brasileiro, pois seu foco está na produção e circulação da força de trabalho. O capital desloca uma quantidade de trabalhadores, não só espacialmente, como também, setorialmente e socialmente. Assim, a ampliação do capital deslocou os nordestinos de sua área de origem para o centro econômico do país – São Paulo, que naquele momento exigia mão de obra.

Em geral pouco escolarizados ocupam as formas de trabalho mais precárias, bem como, residem nos espaços mais desvalorizados. Eles possuem uma grande participação nas áreas metropolitanas, em especial São Paulo e Rio de Janeiro. Esse migrante encontra uma diversidade de obstáculos para a sua inserção e sofre discriminações, sendo alvo de chacotas por parte dos paulistanos, ou sendo alvo dos movimentos xenofóbicos.

Biografía del autor/a

Sueli de Castro Gomes, Universidade Estadual de Maringá
Professora
Cómo citar
de Castro Gomes, S. (1). A MOBILIDADE DO TRABALHO DO MIGRANTE NORDESTINO E OS MOVIMENTOS XENOFÓBICOS DO CENTRO-SUL: UMA QUESTÃO MIGRATÓRIA. Revista Geográfica De América Central, 2(47E). Recuperado a partir de https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/2721