O COTIDIANO DA CIDADE DE SALVADOR NOS SPRAYS DOS GRAFITEIROS

  • Julia Monteiro Oliveira Santos Universidade Federal da Bahia-UFBA
  • Paula Regina de Oliveira Cordeiro
Palabras clave: Grafite, Cotidiano, Geografia Cultural

Resumen

O grafite como arte e manifestação cultural de subversão e resistência popular, onde a base material se expressa principalmente nas ruas. O grafite que carrega um discurso próprio do cotidiano das cidades apoiado em diferenças e identidades e em uma forma peculiar de representação. Nosso pressuposto é que a ação dos grafiteiros revela a pluralidade da condição humana, desnudando o caráter político e contestatório de sua relação com o espaço público. Para tanto, foram selecionados lugares com diferentes características sociais, culturais e espaciais, na tentativa de, através do lugar, compreender os fenômenos e representações do cotidiano de Salvador. Guiam nosso trabalho as reflexões do Professor Milton Santos – particularmente as que fazem uma ligação com a subjetividade e experiência dos sujeitos envolvidos na pesquisa. Analisamos também, quem fez, onde fez e o que fez. Partimos da tese de que existem culturas subdominantes que podem ser residuais, emergentes e excluídas, e que as chamadas subculturas encontrarão rebatimento no espaço e na paisagem. Este trabalho também assume o que coloca Denis Cosgrove, ou seja, que a Geografia está em toda parte.

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Biografía del autor/a

Julia Monteiro Oliveira Santos, Universidade Federal da Bahia-UFBA
Estudantes de graduação de Geografia
Cómo citar
Monteiro Oliveira Santos, J., & de Oliveira Cordeiro, P. (1). O COTIDIANO DA CIDADE DE SALVADOR NOS SPRAYS DOS GRAFITEIROS. Revista Geográfica De América Central, 2(47E). Recuperado a partir de https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/2844