Por que a economia precisa de "seu campo de Higgs"?

Palavras-chave: campo de Higgs, rigidez, necessidades

Resumo

Na física fundamental, o campo de Higgs atua como um mecanismo que gera a massa de partículas com massa não zero e, portanto, com mobilidade limitada, não próxima da velocidade da luz. Porém, a economia não conseguiu desenvolver uma teoria equivalente que explique as supostas viscosidades e rigidezes que impediriam o ajuste automático de preços e a livre mobilidade de fatores. É conveniente perguntar: qual é essa viscosidade e que características ela apresenta? Será que há algum "campo econômico" desconhecido ou ignorado?

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Biografia do Autor

Henry Mora Jiménez, Universidad Nacional

Doctor en Economía, Catedrático, Escuela de Economía, Universidad Nacional, Costa Rica

Referências

Hinkelammert, F. (2002). Crítica de la razón utópica, Desclée, Bilbao.

Polanyi, K. (1992). La Gran Transformación. Los orígenes políticos y económicos de nuestro tiempo. Fondo de Cultura Económica, México.

Sraffa, P. (1983). La producción de mercancías por medio de mercancías. Oikos-tau S.A., Barcelona.

Tonelli, G. (2017); El nacimiento imperfecto de las cosas. La gran búsqueda de la partícula de Dios y la nueva física que cambiará el mundo. Los libros del lince, S.L., Barcelona.
Publicado
2018-08-21
Como Citar
Mora Jiménez, H. (2018). Por que a economia precisa de "seu campo de Higgs"?. Economía Y Sociedad, 23(54), 115-120. https://doi.org/10.15359/eys.23-54.2
Seção
Artigo por convite (seção não arbitrada)

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