O AGROEXTRATIVISMO PRATICADO PELOS POVOS TRADICIONAIS DO CERRADO COMO ALTERNATIVA DE REPRODUÇÃO SOCIAL ECONÔMICA E CULTURAL

  • Robson Munhoz de Oliveira Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP.
  • Rosângela Ap. de Medeiros Hespanhol Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP Campus de Pres. Prudente - São Paulo.
Palabras clave: agronegócio, povos tradicionais, reprodução social.

Resumen

A partir da década de 1970, a maior difusão do agronegócio no cerrado goiano e, por conseguinte, do conjunto de meios técnico-científicos inerentes à engenharia genética, transformou profundamente as relações Sociedade-Natureza. Esse processo converteu parte da Região Centro-Oeste num meio Técnico-Científico-Informacional, porém sem suprimir por completo as territorialidades dos povos tradicionais do cerrados que vivem do agroextrativismo, entre os quais prevalece a simbiose harmônica entre Sociedade e Natureza. Propondo contribuir para desvendar a trama social inerente à tecnificação do Cerrado e superar os problemas socioambientais dela decorrente, o presente trabalho busca problematizar as possibilidades e limites das táticas de reprodução social, econômica e cultural adotadas a partir do potencial natural do Cerrado, com agregação de saber à produção, pela comunidade de agroextrativistas do Povoado de São João Evangelista, situado na Reserva Extrativista de Recanto das Araras de Terra Ronca no Município de São Domingos – GO, constituída de Povos Tradicionais do Cerrado.

 

Biografía del autor

Robson Munhoz de Oliveira, Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP.
Doutorando pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP.
Rosângela Ap. de Medeiros Hespanhol, Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP Campus de Pres. Prudente - São Paulo.
Docente dos Cursos de Graduação e de Pós-Graduação em Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP Campus de Pres. Prudente - São Paulo.
Cómo citar
Munhoz de Oliveira, R., & de Medeiros Hespanhol, R. (1). O AGROEXTRATIVISMO PRATICADO PELOS POVOS TRADICIONAIS DO CERRADO COMO ALTERNATIVA DE REPRODUÇÃO SOCIAL ECONÔMICA E CULTURAL. Revista Geográfica De América Central, 2(47E). Recuperado a partir de https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/2350