ESTUDO DO CONFORTO TÉRMICO EM AMBIENTE TROPICAL

  • Margarete Cristiane de Costa Trindade Amorim Campus de Presidente Prudente, São Paulo, Brasil, Universidade Estadual Paulista – UNESP.
Palabras clave: clima urbano, conforto térmico, sensoriamento remoto.

Resumen

Este artigo tem por objetivo verificar as temperaturas da superfície intraurbana por meio de imagens térmicas do satélite Landsat 7 em cidade de médio porte e avaliar o conforto térmico no interior de moradias com diferentes padrões construtivos.

Presidente Prudente, cidade escolhida para estudo, localiza-se no oeste do Estado de São Paulo/Brasil, próxima ao trópico de Capricórnio, entre os paralelos de 22º 07’ de latitude sul e entre os meridianos de 51o 23’ de longitude oeste.

Para verificar a temperatura da superfície intraurbana foram utilizadas imagens do canal do infravermelho termal (canal 6) do satélite Landsat-7, com resolução espacial de 60 metros.

Para a análise do conforto térmico foram registradas a temperatura e a umidade relativa do ar em ambientes internos, de moradias com diferentes padrões construtivos em dois pontos localizados na área urbana e um na área rural do município.

Os resultados mostraram que as imagens de satélite são importantes para se verificar as diferenças de temperaturas da superfície intraurbana e o desconforto térmico foi significativo no interior da moradia que se utilizou de materiais construtivos inadequados coincidindo com as áreas de maior temperatura dos alvos detectadas por meio da imagem de satélite.

Biografía del autor/a

Margarete Cristiane de Costa Trindade Amorim, Campus de Presidente Prudente, São Paulo, Brasil, Universidade Estadual Paulista – UNESP.

Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – Faculdade de Ciências e Tecnologia, Campus de Presidente Prudente, São Paulo, Brasil, Universidade Estadual Paulista – UNESP. 

Cómo citar
de Costa Trindade Amorim, M. C. (1). ESTUDO DO CONFORTO TÉRMICO EM AMBIENTE TROPICAL. Revista Geográfica De América Central, 2(47E). Recuperado a partir de https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/2486