PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS APLICADOS À BACIA DO RIO UNA (PERNAMBUCO-BRASIL) PARA IDENTIFICAR SUSCEPTIBILIDADE A ENCHENTES

  • Kleython de-Araujo-Monteiro Universidade Federal de Pernambuco
  • Ana Clara Magalhães-de-Barros Universidade Federal de Pernambuco
  • Rhaissa Francisca Tavares-de-Melo Universidade Federal de Pernambuco
  • Débora Albuquerque Meira-Coelho-Ramos Universidade Federal de Pernambuco
  • Ranyére Silva-Nóbrega Universidade Federal de Pernambuco
  • Osvaldo Girão Universidade Federal de Pernambuco
Palabras clave: Palmares, Brazil, Mofometria, Bacia de Drenagem, Rio Una, Susceptibilidade a Enchentes

Resumen

O presente artigo buscou aplicar parâmetros morfométricos na bacia do Rio Una, Estado de Pernambuco-Brasil, visando elucidar se a mesma possui susceptibilidade à enchentes, visto que em junho de 2010 houve um evento catastrófico que devastou a cidade de Palmares. A partir da aplicação de métodos morfométricos de análises de bacias hidrográficas, foi verificado que a bacia não possui índices que indiquem susceptibilidade à enchentes, sendo o evento de 2010, portanto, um evento que pode ser considerado de alta magnitude e fora dos padrões de normalidade.

Biografía del autor

Kleython de-Araujo-Monteiro, Universidade Federal de Pernambuco
Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Pernambuco – Brasil.
Ana Clara Magalhães-de-Barros, Universidade Federal de Pernambuco
Mestrandas do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Pernambuco – Brasil.
Rhaissa Francisca Tavares-de-Melo, Universidade Federal de Pernambuco
Mestrandas do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Pernambuco – Brasil.
Débora Albuquerque Meira-Coelho-Ramos, Universidade Federal de Pernambuco
Mestrandas do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Pernambuco – Brasil.
Ranyére Silva-Nóbrega, Universidade Federal de Pernambuco
Professores  de  Geografia  da  Universidade  Federal  de Pernambuco  –  Brasil.
Osvaldo Girão, Universidade Federal de Pernambuco
Professores de Geografia da Universidade Federal de Pernambuco  –  Brasil.

Citas

Agência Estadual de Planejamento E Pesquisas de Pernambucano (CONDEPE/FIDEM). [Acedido em 02 de julho de 2012]. http://www2.condepefidem.pe.gov.br/c/document_library

Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) (2011) [Acedido

em 02 de julho de 2012]. http://www.apac.pe.gov.br/pagina. php?page_id=5&subpage_id=23

Alves, K. M. A. S, Nóbrega, R. S., Cavalcanti, L., C. S. & Melo, H. L. C.

F. (2011). Estudo de caso de aspectos dinâmicos de um Complexo Convectivo de Mesoescala (CCM) em Pernambuco através de sensores remotos. Anais do XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR, Curitiba.

Alves, K. M. A. S, Cavalcanti, L, C. S. & Nobrega, R. S. (2012). Eventos extremos e risco de inundação: uma análise do comportamento evolutivo dos distúrbios ondulatórios de leste em junho de 2010 sobre a bacia do Rio Una, Pernambuco. Simpósio Brasileiro de Climatologia Geográfica, Manaus.

Ayala, I. A. & Goudie, A. (2010). Geomorphological Hazards and Disaster Prevention. Cambridge: Cambridge University Press.

Cardoso, C. A., Dias, H. C. T., Soares, C. P. B. & Martins, S. V. (2006). Caracterização morfométrica da bacia hidrográfica do rio Debossan, Nova Friburgo-RJ. Árvore, Viçosa,30(2), 241-248.

Centro de Previsão de Tempo E Estudos Climáticos – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC-INPE) [Acedido em 02 de julho de 2012]. http://www.cptec.inpe.br/

Christofoletti, A. (1980). Geomorfologia. Editora Edgar Blücher, São

Paulo.

Christofoletti, A. (1981). Geomorfologia Fluvial. Edgard Blücher, São

Paulo.

Ferreira, A. G. & Mello, N.G.S. (2005). Principais sistemas atmosféricos atuantes sobre a região Nordeste do Brasil e a influência dos oceanos Pacífico e Atlântico no clima da região. Revista Brasileira de Climatologia, Presidente Prudente, 1(1), 15-27.

Fialho, W. M. B. & Molion, L. C. B. (2011). Eventos Extremos: Alagoas

Junho de 2010. Anais do IV Encontro Sul-Brasileiro de Meteorologia,

Pelotas.

Garcez, L. N. & Alvarez, G. A. (1998). Hidrologia. Editora Edgard Blucher, São Paulo.

Goudie, A. (2006). Global warming and fluvial geomorphology. Geomorphology, n. 79. 384-394.

Hack , J. T. (1957). Studies of longitudinal profiles in Virginia and Maryland, U. S. Geol. Surv. Prof. Pap, 294-B: 45-97.

Hack, J. T. (1965). Dinamic Equilibrium and Landscape Evolution. Melhorn.Ed. Theories of Landform Development. Allen and Unwin,: 87-102.

Horton, R. E. (1945). Erosional development of streams and their drainage basins: hydrophysycal approach to quantitative morphology. Geological Society of America Bulletin 56, 275-370.

Molion, L. C. B. & Bernardo, S. O. (2000). Dinâmica das chuvas no Nordeste Brasileiro. Anais do XI Congresso Brasileiro de Meteorologia, Rio de Janeiro – RJ.

Monteiro, K. A. & Alencar, K. M. (2011). Catástrofe pluviométrica em Palmares, Pernambuco - Brasil, um estudo de caso do evento de 2010. Anais do Congresso da União Geográfica Internacional, Santiago, Chile.

Varejão – Silva M. A. (2006). Meteorologia e Climatologia. Recife, 2006.Versão digital 2. http://www.agritempo.gov.br/tmp/Meteorologia_ Climatologia.pdf

Villela, S. M. & Mattos, A. (1975). Hidrologia Aplicada. McGraw-Hill do

Brasil, São Paulo.

Cómo citar
de-Araujo-Monteiro, K., Magalhães-de-Barros, A. C., Tavares-de-Melo, R., Meira-Coelho-Ramos, D. A., Silva-Nóbrega, R., & Girão, O. (1). PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS APLICADOS À BACIA DO RIO UNA (PERNAMBUCO-BRASIL) PARA IDENTIFICAR SUSCEPTIBILIDADE A ENCHENTES. Revista Geográfica De América Central, 1(52), 163-177. Recuperado a partir de https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/6291
Sección
Estudios de Caso (Evaluados por pares)