A SOCIOECONOMIA DA COMUNIDADE RURAL FAZENDA DO POVO DE IPIAÚ, BAHIA, BRASIL

  • Nelma Bruno-Lima Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia
  • Paulo César Aguiar-Bahia de Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia
  • Cristiana Profice-Cabicieri Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia
  • Marcelo Inácio Ferraz-Ferreira Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia
Palabras clave: Comunidade rural, assentamento de reforma agrária, desenvolvimento, sustentabilidade

Resumen

O principal objetivo dessa pesquisa foi analisar a realidade socioeconômica da Comunidade Rural Fazenda do Povo de Ipiaú, Bahia, no contexto da sua sustentabilidade ambiental em relação à socioeconomia municipal e regional. Analisaram-se, para isso, indicadores socioeconômicos da região, do município de Ipiaú, e da comunidade. Os resultados apontaram situação positiva da comunidade no que se refere ao nível de escolaridade, comparando-se à realidade de outros assentamentos de reforma agrária; à questão da renda e da renda per capta; à baixa dependência de benefícios sociais do Governo; e à ocupação do trabalho. E apontaram como negativo a grande frequência de agroquímicos utilizados no manejo da produção.

Biografía del autor

Nelma Bruno-Lima, Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia

Geografa pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB Campus VI de Caetité. Mestra em Desenvolvimento
Regional e Meio Ambiente pela Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, em Ilhéus, Bahia, Brasil.

Paulo César Aguiar-Bahia de, Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia

 Geógrafo e Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente pela Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, em Ilhéus, Bahia, Brasil.

 

Cristiana Profice-Cabicieri, Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia

Doutora em Psicologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Brasil. Professora
Adjunta do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da UESC.

Marcelo Inácio Ferraz-Ferreira, Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia

Doutor em Estatística e Experimentação Agropecuária pela Universidade Federal de Lavras – UFLA.
Professor Titular do Departamento de Ciências Econômicas e Tecnológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz.

Citas

Andrade, M. C. (1994). O Desafio Ecológico: Utopia e Realidade. São

Paulo: HUCITEC.

Bergamasco, S. M. P. P. (1997). “A realidade dos assentamentos rurais por detrás dos números”. Estudos Avançados, 11 (31), 37-49.

Brandemburg, A. (2010). “Do rural tradicional ao rural socioambiental”. Ambiente & Sociedade, XIII (2), Campinas, p.p. 417-428.

Camarano, A. A. y Abramovay, R. (1998). Êxodo rural, envelhecimento e masculinização no Brasil: panorama dos últimos cinquenta anos. Revista Brasileira de Estudos de População, 15(2), 45-65.

Caporal, F. R. y Costabeber, J. A. (2000). “Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável: perspectivas para uma nova extensão rural”. Agroecologia e Desenvolvimento Rural, 1(1).

Caporal, F. R. y Costabeber, J. A. (2002). “Análise Multidimensional da

Sustentabilidade : Uma proposta Metodológica a partir da Agroecologia”. Agroecologia e Desenvolvimeno Rural Sustentável, 3 (3).

Carneiro, M. J. (2013). “Ruralidade: novas identidades em construção”. Estudos Sociedade e Agricultura, pp. 53-75.

Cogo, N. P. y Levien, R. (2002). “Perspectivas do manejo e da conservação do solo e da água no Brasil”. In: Araújo, Quintino Reis de. (coord.).500 Anos de uso do solo no Brasil, Ilhéus: Editus, pp. 51-164.

Fernandes, B. M. (2008). “27 anos do MST em luta pela terra”. In: Reforma Agrária e Desenvolvimento: Desafios e rumos da política de

assentamentos rurais. Brasília, pp.27-52.

Freitas, H. I. y Germani, E G. I. (2010). “A questão da (reforma) agrária e a política de desenvolvimento territorial rural no litoral sul da Bahia”. Porto Alegre, UFRGS: Anais do XVI Encontro Nacional de Geógrafos (ENG 2010).

Furtado, C. (1984). Cultura e desenvolvimento em época de crise. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

Góis, C. W. L. (2005). Atividade e consciência. Brasil: Instituto Paulo

Freire, Fortaleza.

González, H. (1999). “Situación actual, tendencias y retos del desarrollo rural en Costa Rica”. XI Congreso Nacional Agronômico / I Congreso Nacional de Extensión.

Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, INCRA. (2011).

Relação dos Projetos de Reforma Agrária do Brasil. Diretoria de

Obtenção de Terras e Implantação de Projetos de Assentamento

(DT), Brasília, DF.

Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, INCRA. (2015).

Relação dos Projetos de Reforma Agrária do Brasil. Diretoria de

Obtenção de Terras e Implantação de Projetos de Assentamento

(DT), Brasília, DF.

Kageyama, A. (2004). Desenvolvimento Rural: Conceito e Medida. Cadernos de Ciência & Tecnologia, 21(3), 379-408.

Lima, D. M. A. y Bomfim, Z. A. C. (2009). “Vinculação afetiva pessoaambiente: diálogos na psicologia comunitária e psicologia ambiental”. Psico, 40(4), 491-497.

Mauerhofer, V. (2008).3-D Sustainability: an approach for priority setting in situation of conflicting interests towards a Sustainable Development. Ecological Economics, 64(3), 496-506.

Meliani, P. F. (2014). Políticas Públicas e Produção do Espaço no Sul da

Bahia: Análise da Situação por Município dos Projetos de Reforma

Agrária na Microrregião Ilhéus-Itabuna. Revista Movimentos Sociais

e Dinâmicas Espaciais, 3(1), 231-255.

Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD/ Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas, IPEA/ Fundação João Pinheiro. (2000). Novo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. Brasil: PNUD.

Rocha, L. B. (2008). A região cacaueira da Bahia – dos coronéis do cacau à vassoura-de-bruxa: saga, percepção, representação. Ilhéus: Editus. Secretaria de Assuntos Estratégicos, SAE. http://www.sae.gov.br/imprensa/sae-na-midia/governo-define-que-a-classe-media-tem-renda-entre-r-291-e-r-1-019-cidade-verde-em-24-07-2013/>

Sen, A. (2010). Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras.

Toledo, V. M. (1996). “Principios etnoecologicos para el desarrolo sustentable de comunidades campesinas e indígenas”. Temas Clave,

CLAES, (4), Centro de Ecología de la UNAM, México <http://infocuib.

laborales.unam.mx/~ec08s02c/archivos/data/1/12.pdf>

Youmans, R. C. (1982). Factors That Influence Rural Development:

The State of the Art, Western Rural Development Center. Portland,

Oregon.

Zugaib, A. C. C., y Andrade, F. C. (2015). “Uma Análise dos Mercados

Nacional e Internacional de Cacau e Chocolate”. In: Gomes, Andréa

da Silva; Pires, Mônica de Moura (Org.). CACAUICULTURA: estrutura

produtiva, mercados e perspectivas. Ilhéus, BA: Editus, pp.

-227.

Publicado
2016-11-20
Cómo citar
Bruno-Lima, N., Aguiar-Bahia de, P., Profice-Cabicieri, C., & Ferraz-Ferreira, M. (2016). A SOCIOECONOMIA DA COMUNIDADE RURAL FAZENDA DO POVO DE IPIAÚ, BAHIA, BRASIL. Revista Geográfica De América Central, 2(57), 289 - 331. https://doi.org/10.15359/rgac.57-2.11
Sección
Estudios de Caso (Evaluados por pares)