Analizar la percepción y las estrategias implementadas por el docente activo respecto a la influencia del contexto social en el aprendizaje del estudiante y su rol en la promoción del desarrollo socioemocional dentro de la institución educativa
DOI:
https://doi.org/10.15359/Palabras clave:
alfabetización científica, Aprendizaje Basado en Resolución de Problemas, enseñanza de la geografía, formación docente, La Geo-IndagaciónResumen
Este artículo analiza la integración de la alfabetización científica en la formación inicial de profesores de geografía en Brasil y Chile, con un enfoque en los riesgos socioambientales.
A través de un enfoque cualitativo-comparativo y análisis documental. Los
resultados muestran que las metodologías activas, como el Aprendizaje Basado en Resolución de Problemas (ABRP) y el Geo-Inquiry, superan las limitaciones fragmentadas de la formación docente, integrando perspectivas locales y globales para enfrentar desafíos
socioambientales complejos. Estas estrategias fortalecen el pensamiento espacial, la alfabetización científica en geografía y la participación comunitaria, preparando a los futuros docentes para abordar los riesgos socioambientales en el aula con un enfoque
adecuado, para promover sociedades más sostenibles y resilientes.
Referencias
Álvarez Barahona, S., & Araya Palacios, F. (2024). Educación Geográfica
Panamericana para el Desarrollo Sostenible. Ateliê Geográfico,
18(1), 226-250. https://doi.org/10.5216/ag.v18i1.79020
Araya, F. A. P., & Cavalcanti, L. D. S. (2018). Desarrollo del pensamiento
geográfico: Un desafío para la formación docente en Geografía. Revista
de geografía Norte Grande, 70, 51–69. https://doi.org/10.4067/
S0718-34022018000200051
Beck, U. (2010). A sociedade do risco: Rumo a uma outra modernidade.
Editora 34.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular.
Brasília, 2018.
Callai, H. C. (2011). O conhecimento geográfico e a formação do professor
de Geografia. Revista Geográfica de América Central.
Carli, E. C. (2023). O Modelo Educativo AC-Geo (Argumentação Científica
a Partir de um Raciocínio Geográfico) E a Análise de seu efeito
em promover mudanças conceituais. [Tese de doutorado]. Universidade
Federal de São Paulo Escola de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas.
Carvalho, A. M. P. de. (2013). O ensino de Ciências e a proposição de
sequências de ensino investigativas. En Ensino de ciências por investigação:
Condições para implementação em sala de aula (1a ed.,
pp. 1–20). Cengage Learning.
Castellar, S. M. V., Garrido Pereira, M., & De Paula, I. R. (2022). O
pensamento espacial e raciocínio geográfico: Considerações teórico-
metodológicas a partir da experiência brasileira. Revista de
geografía Norte Grande, 81, 429–456. https://doi.org/10.4067/
S0718-34022022000100429
Castillo, G. B., & Reyes, R. M. (2011). De la atención del desastre a la gestión
del riesgo; una visión desde la Geografía. Revista Geográfica de
América Central., 47, 15–38.
Dabbagh, N. (2019). Efeitos da PBL nas habilidades de pensamento crítico.
En The Wiley Handbook of Problem-Based Learning (Vol. 1, pp.
135–161). Wiley Blackwell.
Ferreira, E. C., & Moraes, J. V. D. (2022). alfabetização científica nas ciências
humanas: O início de um diálogo. Cadernos de Pesquisa, 52,
e09212. https://doi.org/10.1590/198053149212
Garcia, J. G. R. (2021). Aprendizagem baseada na resolução de problemas
para a contextualização do ensino e promoção da alfabetização
científica em geografia: Uma experiência online. [Dissertação -
Mestrado em Educação]. EFLCH/UNIFESP.
Garcia, J. G. R., & Moraes, J. V. de. (2022). Contextualização do Ensino
de Geografia por meio da Aprendizagem Baseada na Resolução
de Problemas. Revista Signos Geográficos, 4, 1–20. https://doi.
org/10.5216/signos.v4.72286
Holbrook, J., & Rannikmae, M. (2009). The Meaning of Scientific Literacy.
International Journal of Environmental & Science Education,
4(n3), 275–288.
Iwama, A. Y., Pereira, R. S. P., Olivato, D., Trajber, R., & Matsuo, P. M.
(2023). Educação em Redução de Riscos de Desastres no contexto de
mudanças climáticas: Desafios para o engajamento comunitário transformador.En Riscos, Vunerabilidades e Desastres Socioambientais:
Concepções e estudos de caso. (pp. 132–149). Editora Ufpb.
Lima, R. P. G. de, Pinto, I. C. V. de O., Cecim, J. da S. R., & Straforini,
R. (2022). Iniciação científica com ensino médio: A aprendizagem
baseada em problemas como forma de investigação geográfica. Geografia,
Ensino & Pesquisa, 26, e22.
Martins, E. da C., & Moraes, J. V. de. (2023). A Alfabetização científica e o
Ensino por investigação: Possibilidades para o ensino de Geografia.
Encontro Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia, XV.
Matsuo, P. M., & Silva, R. L. F. (2021). Desastres no Brasil? Práticas e
abordagens em educação em redução de riscos e desastres. Educar
em Revista, 37, e78161. https://doi.org/10.1590/0104-4060.78161
MINEDUC [Ministerio de Educación, Chile] (2018). Bases curriculares
Primero a sexto básico https://www.mineduc.cl.
Moraes, J. V. D. (2010). A alfabetização científica, a resolução de problemas
e o exercício da cidadania: Uma proposta para o ensino de
geografia [Doutorado em Educação, Universidade de São Paulo].
https://doi.org/10.11606/T.48.2010.tde-14062010-103955
Oberle, A. (2020). Advancing Students’ Abilities through the Geo-Inquiry
Process. Journal of Geography, 119(2), 43–54. https://doi.org/10.10
80/00221341.2019.1698641
Oberle, A., Bess, J., Ehmke, K., Rath, S., & Robbins, A. (2019). Geo-
Inquiry: Informed Action to Make Our World a Better Place. The
Geography Teacher, 16(4), 170–178. https://doi.org/10.1080/19338
341.2019.1662467
Palacios, F. A., & Oberle, A. (2023). Proyecto Geo-inquiry: Aportes conceptuales
y didácticos para el razonamiento geográfico. Didáctica
Geográfica, 24, 113–134. https://doi.org/10.21138/DG.658
Risette, M. C. U., & Castellar, S. M. V. (2021, octubre). Contribuição da
Alfabetização Científica para o ensino de Geografia. XIV Encontro
Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia.
Rodrigues, A. B. S. (2022). Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas:
Um caminho para a aprendizagem significativa e o pensamento
reflexivo no ensino técnico [Dissertação - Mestrado em Educação].
UNIFESP.
Santos, M. (2000). Por uma outra globalização: Do pensamento único à
consciência universal. (1a ed.). Record.
Sá-Silva, J. R., de Almeida, C. D., & Guindani, J. F. (2009). Pesquisa
documental: Pistas teóricas e metodológicas. Revista Brasileira de
História.
Sasseron, L. H., & Carvalho, A. M. P. de. (2011). Alfabetização Científica:
Uma Revisão Bibliográfica. Investigações em Ensino de Ciências,
16(1), 59–77.
Selby, D., & Kagawa, F. (2012). Disaster risk reduction in school curricula
case studies from thirty countries (Stand: Juli 2012). UNESCO
and UNICEF.
Sepúlveda, H. Á. (2023). Desarrollo del pensamiento geográfico en la
formación del profesorado: Conceptualización, reflexión e implicaciones.
Ateliê Geográfico, 17(1), 69–86. https://doi.org/10.5216/
ag.v17i1.74027.
Silva Filho, A. L. da, Aires, M., & Santos Junior, W. M. (2020). A importância
da educação para formação de sociedades resilientes. Revista
Tamoios, 16(3). https://doi.org/10.12957/tamoios.2020.48606
Silva, V. M. da, & Souza, C. J. de O. (2023). Educação para Redução do
Risco de Desastre (ERRD) no contexto de Currículos brasileiro e internacional.
En Contribuições da Geografia para o Ensino dos Riscos
(1 a ed.). Imprensa da Universidade de Coimbra. http://monographs.
uc.pt/iuc/catalog/book/359.
Sulaiman, S. N. (2018). Educação para prevenção de desastres: A persistência
do conhecimento tecnocientífico e da individualização do risco.
Territorium, 25(II), 19–30.
UNESCO. (2021, octubre). Planejamento educacional sensível a crises.
Praticas e vozes na América Latina: Edição Chile em Foco.
UNITED NATIONS, O. F. D. R. R. (2015). Marco de Sendai para la Reducción
del Riesgo de Desastres 2015-2030. Genebra. https://www.
unisdr.org/files/43291_spanishsendaiframeworkfordisasterri.pdf
Vieira, N. A. S. (2020). O interesse e a observação no processo de alfabetização
científica em Geografia. [Dissertação - Mestrado em
Educação]. Universidade Federal de São Paulo, Escola de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas.
Descargas
Archivos adicionales
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Thais Maria Sperandio, Jerusa Vilhena de Moraes, Sandra Álvarez Barahona, Fabián Araya Palacios, Rodrigo Eduardo Alves Eduardo Alves

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Política propuesta para Revistas que ofrecen Acceso Abierto
Los autores que publican en esta revista están de acuerdo con los siguientes términos:
a. Los autores conservan los derechos de autor y garantizan a la revista el derecho de ser la primera publicación del trabajo, bajo la Licencia https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/deed.es, que permite a otros compartir con un reconocimiento de la autoría del trabajo y la publicación inicial en esta revista.
b. Los autores pueden establecer por separado acuerdos adicionales para la distribución no exclusiva de la versión de la obra publicada en la revista (por ejemplo, situarlo en un repositorio institucional o publicarlo en un libro), con un reconocimiento de su publicación inicial en esta revista. Esos acuerdos adicionales deben respetar los términos de la licencia: es decir: no involucrar fines de lucro y compartir con la misma licencia.
c. Se anima a los autores a archivar el post-print o versión de editor/PDF en repositorios de acceso abierto.


REVGEO se encuentra bajo la licencia https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/deed.es
.svg_4.png)

_(1).png)
_(1)_(1)_(1)_1.png)
(2)(1)(1)(1).png)