Agricultura y desarrollo, comparativamente, entre Brasil y Portugal: el surgimiento de alternativas productivas

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.15359/prne.23-45.7

Palabras clave:

agricultura, desarrollo, Brasil, Portugal, Alentejo

Resumen

El artículo analiza el surgimiento de experiencias productivas “alternativas” en municipios rurales de Brasil, en comparación con casos en pueblos y ciudades del Alentejo, al sur de Portugal. Establece un vínculo que conecta experiencias entre los dos continentes a partir de la relación entre dos modelos: el sector sucroenergético en Brasil y la llamada industria del aceite de oliva en Portugal. Estas experiencias se encuentran atravesadas por la matriz del “desarrollo”, así como por la perspectiva que valora aspectos subjetivos, en contraste con la objetividad del modelo “hegemónico” en Portugal y Brasil. Los argumentos se construyen a partir de la comparación de elementos actuales de estas dos realidades.


Referencias

Abramovay, R. (2004). Entre deus e o diabo: mercados e interação humana nas ciências sociais. Tempo Social. Revista de Sociologia da USP, SP, USP, 16 (2), 35-64.

Abramovay, R. (2011). Os Paradigmas do Desenvolvimento Agrário em Questão. Edusp.

Almeida, M. A. (2020) The use of rural areas in Portugal: Historical perspective and the new trends. Revista Galega de Economía, 29 (2), 1–19. https://doi.org/10.15304/rge.29.2.6750

Altieri, M. (2004). Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. UFGRS.

Andrade, M. C. (1994). Modernização e Pobreza: a expansão da agroindústria canavieira e seu impacto ecológico e social. Editora da Universidade Estadual Paulista.

Andrade, V. (2022). Portugal já é o 6 maior produtor mundial de azeite. Jornal Expresso: Economia. https://expresso.pt/economia/2022-05-27-Portugal-ja-e-o-6-maior-produtor-mundial-de-azeite-4ed22176#:~:text=A%20produ%C3%A7%C3%A3o%20de%20azeite%20em,produ%C3%A7%C3%A3o%20re

Angelo, J. A.; Oliveira, M. D. M.; Ghobril, C. N. (2021). Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro de 2020. Análises e Indicadores do Agronegócio, 16 (1), 1-16. http://www.iea.sp.gov.br/ftpiea/AIA/AIA-03-2021.pdf

Avillez, F. (2015). Agricultura Portuguesa: desafios para o futuro, Editora Francisco Manuel dos Santos, Lisboa.

Barata, C. (08 de abril de 2025). Portugal já é autossuficiente em frutos secos: amendoal invadiu o sedento Alentejo. Jornal O Público. Agricultura. https://www.publico.pt/2023/04/08/azul/noticia/portugal-ja-autosuficiente-frutos-secos-amendoal-invadiu-sedento-alentejo-2045304

Baptista, F. O. (2004). Espanha e Portugal. Um século de Questão Agrária. In FREIRE, Dulce, coord. – Mundo Rural. Transformação e resistência na Península Ibérica (Século XX). Lisboa: Colibri, p. 15-51

Bombardi, L. M. (2017). Geografia do uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia. Laboratório de Geografia Agrária – FFLCH – USP.

Caldas, E. C. (1978). A Agricultura portuguesa no Limiar da Reforma Agrária. Oeiras: Instituto Gulbenkian de Ciência.

Câmara dos Deputados. (2021). Agricultura Orgânica avança, mas produtores cobram recursos e menos burocracia. Agropecuária. https://www.camara.leg.br/noticias/808106-agricultura-organica-avanca-mas-produtores-cobram-recursos-e-menos-burocracia/

Campos, R. e Pires, E. (2021). Vidas Rurais, olivais e transformação da paisagem: Alentejo 2020. Trabalhos de Antropologia e Etnologia, 06, 225-238

Campos, R. L. S. (2016). Agricultura Alternativa, Agencia e Empreendedorismo: o caso da “Herdade do Freixo do Meio” no sul de Portugal. Cadernos de Campo – Revista de Ciências Sociais (25), 111–120. https://oaji.net/pdf.html?n=2020/4826-1589900006.pdf

Campos, R. L. S. (2021). Imigração, “desenvolvimento” e trabalho precário na agricultura alentejana: a marca do “azeite português”. Revista Ser Social. Brasília, 23 (49), 380-398.

Campos. R. L. S. (2022). Côngrua do feno e da pastorícia”: elementos de sociabilidade no norte alentejano. Desenvolvimento e Sociedade: Revista Interdisciplinar em Ciências Sociais. N. 11, 2022/23, 103-120.

Campos, R. L. S. (2024). Agricultura orgânica e alternativa no entorno de Goiânia a partir da Feira da 74. Araraquara: Revista Retratos de Assentamentos, II (27), 165-176.

Campos, R. L. S. e Pires, E. (2020). Imigração e Trabalho Precário no Alentejo (Portugal): A Atuação da SOLIM – Solidariedade Imigrante. Revista Tempos Históricos, 24 (2), 165-182.

Candido, A. (2017). Os Parceiros do Rio Bonito. EDUSP.

Carmo, R. M. (2010). A Agricultura familiar em Portugal: rupturas e continuidades. Revista de Economia e Sociologia Rural, 48 (1), 09-22. https://doi.org/10.1590/S0103-20032010000100001

Cepeda, V. A. (2012). Inclusão, democracia e novo-desenvolvimentismo – um Balanço histórico. Revista Estudos Avançados – USP, 26 (75), 77-90.

Corrêa, V. M. (2023). O setor sucroenergético enquanto um campo social: uma construção teórica e conceitual a partir da abordagem político-cultural. Revista de Economia e Sociologia Rural, 61(4), 01-20, https://www.scielo.br/j/resr/a/TbDRCfQBbXMRJzYLkzbngMM/?format=pdf&lang=pt

Deutsche Welle. (2022, 4 de março). Agrotóxicos banidos na UE e nos EUA são usados no Brasil. Poder360. https://www.poder360.com.br/brasil/agrotoxicos-banidos-na-ue-e-no-eua-sao-usados-no-brasil-dw/

Estatísticas Agrícolas 2018. (2018). Lisboa, Portugal: INE, IP. https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes&PUBLICACOESpub_boui=358629204&PUBLICACOESmodo=2

Ferrante, V, L. S. B., Baroni, L. A., Duval, E. C. (2008). O preço amargo das parcerias dos assentamentos com as usinas. Araraquara – SP. Revista Retratos de Assentamento, (11), 21-43.

Ficarelli. T. R. A. e Ribeiro. H. (2010). Dinâmica do arrendamento de terras para o setor sucroalcooleiro: estudo de casos no Estado de São Paulo. Revista Informações Econômicas, SP, 40 (1), 44-54,. ftp://ftp.sp.gov.br/ftpiea/publicacoes/ie/2010/tec4-0110.pdf

Fonseca, A. (2008). O Montado no Alentejo (Século XV a XVIII). Edições Colibri.

Freire, D. Fonseca, I. Godinho, P. (2004). Mundo Rural, transformação e Resistencia na Península Ibérica (Século XX). (org.). Edições Colibri.

Garofalo, D. F. T., Packer, A. P., Ramos, N. P., Kondo, V. Y., Matsuura, M. I. da S. F., & Cabral, O. M. R. (2020). Dinâmica na cultura da cana-de-açúcar no Brasil: 1990 a 2018 (Embrapa Meio Ambiente. Documentos, 124). Embrapa Meio Ambiente. http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1125169.

Girardi, E. P. (2020). Agronegócio sucroenergético e desenvolvimento no Brasil. Revista Franco Brasileira de Geografia, (40). https://journals.openedition.org/confins/19517

Gohon, M. G. (1997). Teoria dos Movimentos Sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. Edições Loyola.

Gorz, A. (2010). Ecológica. Annablume.

Graziano da Silva, J. (2002). O Novo Rural Brasileiro, Editora da Universidade Estadual de Campinas.

Graziano F. e Navarro, Z. (2015). Novo Mundo Rural: A antiga questão agrária e os caminhos futuros da agropecuária no Brasil. Editora Unesp.

Lazzarato M. e Negri, A. (2001). Trabalho imaterial: formas de vida e produção de subjetividade, Rio de Janeiro. DP& Editora.

Leite Lopes, J. S. (2013). Entrevista com Moacir Palmeira. Horizontes Antropológicos, 19(39), 435–457. https://www.scielo.br/j/ha/a/sPqBzXKsy94RnQLjZzNw5Jk/?lang=pt

Machado, F. (2019) Imigração, trabalho Precário e Agricultura no Alentejo, Mesa Redonda – Universidade de Évora, - Évora – Portugal, 15. 05.2019. Disponível: https://ihc.fcsh.unl.pt/events/imigracao-trabalho-precario/

MAPA – Ministério da Agricultura e Pecuária. (2019) Em 7 anos, triplica o número de produtores orgânicos cadastrados no ministério. https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/em-sete-anos-triplica-o-numero-de-produtores-organicos-cadastrados-no-mapa#:~:text=Em%20menos%20de%20uma%20d%C3%A9cada%2C%20o%20n%C3%BAmero,Minist%C3%A9rio%20da%20Agricultura%2C%20Pecu%C3%A1ria%20e%20Abastecimento%20(Mapa).&text=Segundo%20a%20coordena%C3%A7%C3%A3o%20de%20produ%C3%A7%C3%A3o%20org%C3%A2nica%20do,e%2C%20assim%2C%20reduzir%20o%20pre%C3%A7o%20dos%20produtos.

Marques, C., & Carvalho, M. (2017). A agricultura e os sistemas de produção da Região do Alentejo de Portugal: Evolução, situação atual e perspectivas. Revista de Economia e Agronegócio, 15(3), 425–451. https://doi.org/10.25070/rea.v15i3.500

Matos, M. V. (outubro 2021). Desafios do setor do azeite em Portugal. Revista do Setor Agrário: voz do campo. https://vozdocampo.pt/2021/10/25/desafios-do-sector-do-azeite-em-portugal/

Navarro Z. (2019) Meio Século de Interpretação sobre o Rural Brasileiro. (1968-2008). Revista de Economia e Sociologia Rural, 57(3), 472-489. https://doi.org/10.1590/1806-9479.2019.219449

Polanyi, K. (2000). A Grande Transformação: As origens políticas e econômicas de nosso tempo. Editora Campus.

Ribeiro, A. (2016). Quando os Lobos Uivam. Bertrand.

Sabourian, E. (2009). Camponeses do Brasil: entre a troca mercantil e a reciprocidade. Garamond.

Safatle, F. N. A. (2011). Economia Política do Etanol: A democratização da agroenergia e o impacto na mudança do modelo econômico. Alameda.

Santos, G. R., & Silva, R. P. (2022). Agricultura e diversidades: Trajetórias, desafios regionais e políticas públicas no Brasil. En Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Org.), Políticas agrícolas no Brasil (pp. 401–426). IPEA.

Santos, P. M. (2017), “Os novos agricultores que estão a mudar Portugal”, Visão, 14 de maio de 2017, disponível em https://visao.pt/atualidade/economia/2017-05-14-os-novos-agricultores-que-estao-a-mudar-portugal/

Silva, M. A. M. (1999). Errantes do fim do Século, Editora da Universidade Estadual Paulista.

Slow Food Brasil (2025). Bom, Limpo e justo manifesto Slow. Food para a qualidade. https://slowfoodbrasil.org.br/2007/07/manifesto-bom-limpo-e-justo/?vp_filter=category:receitas&vp_page=19

Smill, V. (2021). Energia e Civilização: uma história. Book Builders.

Stein, L. M. (1998). Igreja católica e programas de sindicalização rural no Brasil (1954–1964). Temas: Revista do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UNESP Araraquara, 5(4).

Tourraine, A. (2002). Crítica da Modernidade. Petrópolis: Vozes.

Van Der Ploeg D. (2016). Camponeses e a arte da agricultura: um manifesto chayanoviano. (Ed.) UNESP e UFRGS.

Veiga, J. E. (1991). O Desenvolvimento Agrícola: uma visão histórica. HUCITEC.

Voz do Campo (2021). Entrevistas. Voz do Campo. https://vozdocampo.pt/category/entrevista/

Welch, C. A., Malagodi, E. A., Cavalcanti, J. S. B., & Wanderley, M. de N. B. (Eds.). (2009). Camponeses brasileiros: Leituras e interpretações clássicas (Vol. 1). Fundação Editora UNESP; Ministério do Desenvolvimento Agrário; NEAD. https://hdl.handle.net/11324/20096

Publicado

2025-06-27

Cómo citar

Sapia de Campos, R. L. (2025). Agricultura y desarrollo, comparativamente, entre Brasil y Portugal: el surgimiento de alternativas productivas. Perspectivas Rurales Nueva Época, 23(45), 1-31. https://doi.org/10.15359/prne.23-45.7