POVO MANCHINERI: MOBILIDADE TERRITORIAL E CULTURA

  • Alessandra Severino da Silva Manchinery PIBIC-UFAC.
  • Maria de Jesus Morais Universidade Federal do Acre
Palabras clave: Manchineri, Regiões Fronteiriças, Povo Indígena

Resumen

Esta comunicação tem como objetivo discutir a mobilidade territorial estabelecida entre o povo Manchineri, das Terras Indígenas localizadas no Estado do Acre/Brasil, em Madre de Dios/Peru e em Pando/Bolívia. A mobilidade territorial envolve complexos laços interpessoais que ligam migrantes, migrantes anteriores e não-migrantes nas áreas de origem e de destino, por meio de vínculos de parentesco e amizade. Nesta pesquisa aliamos o sentido da fronteira no cotidiano desse povo, tanto internamente, no sentido de limites da Terra Indígena, quanto o de limite internacional. Aliamos também o sentido de mobilidade territorial e o de cultura nas relações estabelecidas na tríplice fronteira. A ferramenta metodológica deste estudo é a história oral, com isso buscamos entender na versão do povo Manchineri a mobilidade a partir dos laços afetivos e também dos fatores de "atração" e de "expulsão" levados em consideração na hora de se deslocar. Este caminho metodológico tem o intuito de compor a partir da fala dos Manchineri as redes migratórias, estabelecidas por eles, na região da tríplice fronteira e também os aspectos culturais na região fronteiriça.

Biografía del autor

Alessandra Severino da Silva Manchinery, PIBIC-UFAC.

Maria de Jesus Morais, Universidade Federal do Acre
Profesora de Universidade Federal do Acre
Cómo citar
Severino da Silva Manchinery, A., & Morais, M. (1). POVO MANCHINERI: MOBILIDADE TERRITORIAL E CULTURA. Revista Geográfica De América Central, 2(47E). Recuperado a partir de https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/2431