Propuestas de enriquecimento curricular en clase común: Modelo de enriquecimiento triádico de Renzulli
DOI:
https://doi.org/10.15359/ree.29-1.18493Palabras clave:
Altas capacidades y superdotación, enriquecimento curricular, clase común, ODS 4, Educación de calidadResumen
Introducción. La población de estudiantes con altas capacidades/superdotación tiene derecho, según la legislación vigente, al enriquecimiento curricular como estrategia pedagógica. Además de beneficiar a esta audiencia de educación especial al considerar sus intereses y habilidades particulares, ofrecer enriquecimiento en la clase común beneficia a dicha población estudiantil. Propósito. Analizar si los conocimientos adquiridos en la disciplina que trata las altas capacidades/superdotación, por parte de pregrado y posgrado, permitieron la elaboración de programas de enriquecimiento curricular para estudiantes de Educación Básica. Metodología. Así, se trata de un estudio descriptivo realizado a través del análisis de documentos que fueron los trabajos de estudiantes de pregrado en Pedagogía y estudiantes de posgrado en Psicología en cumplimiento de la exigencia de disciplinas relacionadas con altas capacidades/superdotación, ambas optativas de una Universidad Pública del estado de São Paulo, pero con diferentes campus. Resultados. Algunas de estas propuestas fueron seleccionadas y analizadas de acuerdo con el marco teórico del modelo de enriquecimiento triádico, abordando los aciertos y proponiendo ajustes por inconsistencias encontradas. Conclusión. Las reflexiones finales enfatizan la importancia de la educación inicial y continua en esta temática, como las propuestas para que las acciones sean más asertivas.
Descargas
Referencias
Alencar, E. M. L. S. (2012). O aluno com altas habilidades na escola inclusiva. Em L. C. Moreira, & T. Stoltz (Coords.), Altas Habilidades/superdotação, talento, dotação e educação (pp. 89-98). Juruá Editora.
Almeida, S. L. (2018). O que é racismo estrutural? Letramento.
Arantes-Brero, D. R. B. (2019). Enriquecimento escolar para estudantes com altas habilidades/superdotação em uma escola pública por meio da consultoria colaborativa [Tese de doutorado, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”]. https://repositorio.unesp.br/handle/11449/190976
Arantes-Brero, D. R. B. & Pedro, K. M. (2021). O processo criativo e o enriquecimento curricular. In C. A. Rondini & V. L. dos Reis (Orgs.), Instrumentais para identificação e atendimento do estudante dentro e fora da sala de aula comum (pp. 241-258). CRV.
Araújo, U. F. (2014). Temas transversais, pedagogia de projetos e mudanças na educação. Summus Editorrial.
Ataíde, M. A. A. T. (2021). Jogo de tabuleiro promovendo enriquecimento curricular para estudantes com altas habilidades/superdotação [Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”]. https://repositorio.unesp.br/server/api/core/bitstreams/bef5ed8a-03e0-4c6d-a660-764ca8d46d2c/content
Bergamin, A. C. (2018). Enriquecimento curricular na classe comum a partir das necessidades de alunos com altas habilidades/superdotação [Tese de Mestrado, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”]. https://repositorio.unesp.br/handle/11449/153376
Bräkling, K. L. (2014). Modalidades organizativas e modalidades didáticas no ensino de linguagem verbal. Em S. Paulo (Org.), Ler e escrever. Guia de planejamento e orientações didáticas; professor alfabetizador - 1o ano. (p. 284-301). FDE.
Chagas, J. F., Maia-Pinto, R. R., & Pereira, V. L. P. (2007). Modelo de enriquecimento Escolar. Em D. Fleith (Org.), A construção de práticas educacionais para alunos com altas habilidades/superdotação (V 2: Atividades de estimulação de alunos, pp. 55-80). MEC, Secretaria de Educação Especial. https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/cedoc/detalhe/a-construcao-de-praticas-educacionais-para-alunos-com-altas-habilidades-superdotacao-volume-2-atividades-de-estimulacao-de-alunos,015c9592-964e-4102-a879-9f721975d0c8
Delou, C. M. C. (2014). Plano de atendimento educacional especializado integrado ao plano individual de ensino com vistas à aceleração de estudos: Sugestão adaptada do modelo de Joseph Renzulli. Em A. M. R. Virgolim, & E. C. Konkiewitz (Orgs.), Altas habilidades/superdotação, inteligência e criatividade: Uma visão multidisciplinar (pp. 411-426). Papirus.
Fazenda, I. C. A. (1993). Interdisciplinaridade: definição, projeto, pesquisa. Em I. C. A. Fazenda (Coord.), Práticas interdisciplinares na escola (pp. 15-18). Cortez Editora.
Ferreiro, E. & Teberosky, A. (1999). Psicogênese da língua escrita (B. Cardoso, Trad., 4ª. ed). Trajetória Cultural; Editora da UNICAMP.
Gama, M. C. S. S. (2014). Superdotação e currículo. Em A. M. R. Virgolim, & E. C. Konkiewitz (Orgs), Altas habilidades/superdotação, inteligência e criatividade: Uma visão multidisciplinar (pp. 389-410). Papirus.
Gil, A. C. (2002). Como elaborar projetos de pesquisa (4ª. ed.). Editora Atlas.
Lima, D. M. P. (2011). O professor universitário frente às estratégias de identificação e atendimento ao aluno com altas habilidades/superdotação [Tese de Mestrado, Universidade Federal do Paraná]. https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/34985
Mendonça, L. D. (2020). Contribuições do enriquecimento tipo I para o desenvolvimento cognitivo, acadêmico e social de estudantes com altas habilidades/superdotação [Tese de doutorado, Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”]. https://repositorio.unesp.br/handle/11449/192341
Ministerio de Educação (MEC). (2008). Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.
Ministério da Educação (MEC). (2009, outubro 5). Resolução no 4, de 02 de outubro de 2009. Institui diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Diário Oficial da União, Brasília, Seção 1, p. 17.
Pereira, V. L. P. (2014). Superdotação e currículo escolar: Potenciais superiores e seus desafios da perspectiva da educação inclusiva. Em A. M. R. Virgolim & E. C. Konkiewitz (Orgs.), Altas habilidades/superdotação, inteligência e criatividade: Uma visão multidisciplinar. (pp. 373-388). Papirus.
Renzulli, J. S. (2004). O que é esta coisa chamada superdotação, e como a desenvolvemos? Uma retrospectiva de vinte e cinco anos. Revista Educação, 27(1), 75-131. https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/view/375
Renzulli, J. S. (2014a). A concepção de superdotação no modelo dos três anéis: Um modelo de desenvolvimento para a promoção da produtividade criativa. Em A. M. R. Virgolim, & E. C. Konkiewitz (Org.), Altas habilidades/superdotação, inteligência e criatividade: Uma visão multidisciplinar. (p. 219–264). Papirus.
Renzulli, J. S. (2014b). Modelo de enriquecimento para toda a escola: Um plano abrangente para o desenvolvimento de talentos e superdotação. Revista Educação Especial, 27(50), 539-562. https://doi.org/10.5902/1984686X14676
Renzulli, J. S. & Reis, S. M. (1985). The schoolwide enrichment model: A comprehensive plan for educational excellence. Creative Learning Press.
Renzulli, J. S. & Reis, S. M. (2008). Enriching curriculum for all students. Corwin Press.
Rondini, C. A. (2019). Caminhos e descaminhos na formação docente para o trabalho com os estudantes com altas habilidades/superdotação. Formação Docente - Revista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores, 11(22), 79-94. https://doi.org/10.31639/rbpfp.v11i22.246
Sabatella, M. L. P. (2012). Expandir horizontes para compreender alunos superdotados. Em L. C. Moreira, & T. Stoltz (Coords.), Altas habilidades/superdotação, talento, dotação e educação (p. 115-134). Juruá Editora.
Sacristán, J. G. (2013). Qué significa o currículo? Em J. G. Sacristán (Org.), Saberes e incertezas sobre o currículo (pp. 16-35). Penso.
Santos, C. R. & Parizzi, J. H. (2020). Dilemas raciais brasileiros: O racismo estrutural e os limites e as perspectivas da Lei no 12.711/2012. Educação e Políticas em Debate, 9(Especial), 84-94. https://seer.ufu.br/index.php/revistaeducaopoliticas/article/view/55606
Sholl-Franco, A., Barreto, T. M., & de Assis, T. S. (2014). Neuroeducação e inteligência: Como as artes e a atividade física podem contribuir para melhora cognitiva. Em A. M. R. Virgolim, & E. C. Konkiewitz, (Org.), Altas habilidades/superdotação, inteligência e criatividade: Uma visão multidisciplinar. (p. 139-160). Papirus.
Silva, R. R. (Org.). (2004). Um só coração. Folha de São Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0401200408.htm
Descargas
Publicado
Número
Sección
Categorías
Licencia
Derechos de autor 2024 Aletéia Cristina Bergamin, José Angelo Fiorot Junior, Carina Alexandra Rondini

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Reconocimiento-NoComercial-SinObraDerivada 3.0.
1. En caso de que el artículo postulado sea aceptado para publicación, las personas autoras permite(n) la cesión GRATUITA, EXCLUSIVA Y POR PLAZO INDEFINIDO de su(s) derecho(s) patrimonial(es) a la Universidad Nacional (UNA, Costa Rica). Para más detalles consulte la Carta de originalidad y cesión de derechos.
2. Derechos de reutilización: La UNA les concede a los AUTORES(AS) el derecho de reutilizar para cualquier propósito, entre ellos el autoarchivo, y poder publicar en internet o cualquier sitio electrónico la versión final aprobada y publicada (post print) del artículo, siempre y cuando se realice sin fines de lucro, no genere obra derivada sin previa autorización y respete las fuentes de autoría.
3. La postulación y posible publicación del artículo en la Revista Electrónica Educare se regirá por sus políticas editoriales, la normativa institucional de la Universidad Nacional y la legislación de la República de Costa Rica. Adicionalmente, cualquier eventual diferencia de criterio o disputa futura se dirimirá de acuerdo con los mecanismos de Resolución Alterna de Conflictos y la Jurisdicción Costarricense.
4. En todos los casos se entiende que las opiniones emitidas son de las personas autoras y no necesariamente reflejan la posición u opinión de la Revista Educare, el CIDE o la Universidad Nacional, Costa Rica. Se entiende también que, en ejercicio de libre cátedra, las personas autoras han realizado un proceso científico-académico de investigación, reflexión y argumentación rigurosas y dentro del ámbito temático de interés de la Revista.
5. Los artículos publicados por la Revista Electrónica Educare utilizan Licencia Creative Commons:












Los artículos de la Revista Electrónica Educare se comparten con Licencia Creative Commons: 
