Propuestas de enriquecimento curricular en clase común: Modelo de enriquecimiento triádico de Renzulli

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.15359/ree.29-1.18493

Palabras clave:

Altas capacidades y superdotación, enriquecimento curricular, clase común, ODS 4, Educación de calidad

Resumen

Introducción. La población de estudiantes con altas capacidades/superdotación tiene derecho, según la legislación vigente, al enriquecimiento curricular como estrategia pedagógica. Además de beneficiar a esta audiencia de educación especial al considerar sus intereses y habilidades particulares, ofrecer enriquecimiento en la clase común beneficia a dicha población estudiantil. Propósito. Analizar si los conocimientos adquiridos en la disciplina que trata las altas capacidades/superdotación, por parte de pregrado y posgrado, permitieron la elaboración de programas de enriquecimiento curricular para estudiantes de Educación Básica. Metodología. Así, se trata de un estudio descriptivo realizado a través del análisis de documentos que fueron los trabajos de estudiantes de pregrado en Pedagogía y estudiantes de posgrado en Psicología en cumplimiento de la exigencia de disciplinas relacionadas con altas capacidades/superdotación, ambas optativas de una Universidad Pública del estado de São Paulo, pero con diferentes campus. Resultados. Algunas de estas propuestas fueron seleccionadas y analizadas de acuerdo con el marco teórico del modelo de enriquecimiento triádico, abordando los aciertos y proponiendo ajustes por inconsistencias encontradas. Conclusión. Las reflexiones finales enfatizan la importancia de la educación inicial y continua en esta temática, como las propuestas para que las acciones sean más asertivas.

 

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Aletéia Cristina Bergamin, Universidad Estatal Paulista

    Graduada em Pedagogia pela Faculdade Internacional de Curitiba (FACINTER). Mestra em Docência para a Educação Básica Universidade Estadual Paulista (UNESP) e doutoranda em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Professora da Educação Básica I da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEDUC-SP). Membro do Grupo Internacional de Estudos e Pesquisas em Altas Habilidades/Superdotação (GIEPAHS) – CNPq.

  • José Angelo Fiorot Junior, Universidad Estatal Paulista

    Licenciado em Química e Ciências pela Universidade de São Paulo (USP). Bacharel em Psicologia pelo Centro Universitário UNIFAFIBE. Mestre em Processos de Ensino, Gestão e Inovação pela Universidade de Araraquara (UNIARA). Doutorando em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP Bauru). Professor de Ciências e Química na Educação Básica. Psicólogo Escolar. Membro do Grupo Internacional de Estudos e Pesquisas em Altas Habilidades/Superdotação (GIEPAHS) – CNPq.

  • Carina Alexandra Rondini, Universidad Estatal Paulista

    Graduada e Mestre em Matemática pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Doutora em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo. Estágio Pós-Doutoral em Altas Habilidades/Superdotação pela Universidade de Purdue/USA. Professora do Departamento de Ciências de Computação e Estatística do  IBILCE/UNESP/São José do Rio Preto e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem (UNESP/Bauru). Líder do Grupo Internacional de Estudos e Pesquisas em Altas Habilidades/Superdotação (GIEPAHS) – CNPq.

Referencias

Alencar, E. M. L. S. (2012). O aluno com altas habilidades na escola inclusiva. Em L. C. Moreira, & T. Stoltz (Coords.), Altas Habilidades/superdotação, talento, dotação e educação (pp. 89-98). Juruá Editora.

Almeida, S. L. (2018). O que é racismo estrutural? Letramento.

Arantes-Brero, D. R. B. (2019). Enriquecimento escolar para estudantes com altas habilidades/superdotação em uma escola pública por meio da consultoria colaborativa [Tese de doutorado, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”]. https://repositorio.unesp.br/handle/11449/190976

Arantes-Brero, D. R. B. & Pedro, K. M. (2021). O processo criativo e o enriquecimento curricular. In C. A. Rondini & V. L. dos Reis (Orgs.), Instrumentais para identificação e atendimento do estudante dentro e fora da sala de aula comum (pp. 241-258). CRV.

Araújo, U. F. (2014). Temas transversais, pedagogia de projetos e mudanças na educação. Summus Editorrial.

Ataíde, M. A. A. T. (2021). Jogo de tabuleiro promovendo enriquecimento curricular para estudantes com altas habilidades/superdotação [Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”]. https://repositorio.unesp.br/server/api/core/bitstreams/bef5ed8a-03e0-4c6d-a660-764ca8d46d2c/content

Bergamin, A. C. (2018). Enriquecimento curricular na classe comum a partir das necessidades de alunos com altas habilidades/superdotação [Tese de Mestrado, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”]. https://repositorio.unesp.br/handle/11449/153376

Bräkling, K. L. (2014). Modalidades organizativas e modalidades didáticas no ensino de linguagem verbal. Em S. Paulo (Org.), Ler e escrever. Guia de planejamento e orientações didáticas; professor alfabetizador - 1o ano. (p. 284-301). FDE.

Chagas, J. F., Maia-Pinto, R. R., & Pereira, V. L. P. (2007). Modelo de enriquecimento Escolar. Em D. Fleith (Org.), A construção de práticas educacionais para alunos com altas habilidades/superdotação (V 2: Atividades de estimulação de alunos, pp. 55-80). MEC, Secretaria de Educação Especial. https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/cedoc/detalhe/a-construcao-de-praticas-educacionais-para-alunos-com-altas-habilidades-superdotacao-volume-2-atividades-de-estimulacao-de-alunos,015c9592-964e-4102-a879-9f721975d0c8

Delou, C. M. C. (2014). Plano de atendimento educacional especializado integrado ao plano individual de ensino com vistas à aceleração de estudos: Sugestão adaptada do modelo de Joseph Renzulli. Em A. M. R. Virgolim, & E. C. Konkiewitz (Orgs.), Altas habilidades/superdotação, inteligência e criatividade: Uma visão multidisciplinar (pp. 411-426). Papirus.

Fazenda, I. C. A. (1993). Interdisciplinaridade: definição, projeto, pesquisa. Em I. C. A. Fazenda (Coord.), Práticas interdisciplinares na escola (pp. 15-18). Cortez Editora.

Ferreiro, E. & Teberosky, A. (1999). Psicogênese da língua escrita (B. Cardoso, Trad., 4ª. ed). Trajetória Cultural; Editora da UNICAMP.

Gama, M. C. S. S. (2014). Superdotação e currículo. Em A. M. R. Virgolim, & E. C. Konkiewitz (Orgs), Altas habilidades/superdotação, inteligência e criatividade: Uma visão multidisciplinar (pp. 389-410). Papirus.

Gil, A. C. (2002). Como elaborar projetos de pesquisa (4ª. ed.). Editora Atlas.

Lima, D. M. P. (2011). O professor universitário frente às estratégias de identificação e atendimento ao aluno com altas habilidades/superdotação [Tese de Mestrado, Universidade Federal do Paraná]. https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/34985

Mendonça, L. D. (2020). Contribuições do enriquecimento tipo I para o desenvolvimento cognitivo, acadêmico e social de estudantes com altas habilidades/superdotação [Tese de doutorado, Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”]. https://repositorio.unesp.br/handle/11449/192341

Ministerio de Educação (MEC). (2008). Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.

Ministério da Educação (MEC). (2009, outubro 5). Resolução no 4, de 02 de outubro de 2009. Institui diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Diário Oficial da União, Brasília, Seção 1, p. 17.

Pereira, V. L. P. (2014). Superdotação e currículo escolar: Potenciais superiores e seus desafios da perspectiva da educação inclusiva. Em A. M. R. Virgolim & E. C. Konkiewitz (Orgs.), Altas habilidades/superdotação, inteligência e criatividade: Uma visão multidisciplinar. (pp. 373-388). Papirus.

Renzulli, J. S. (2004). O que é esta coisa chamada superdotação, e como a desenvolvemos? Uma retrospectiva de vinte e cinco anos. Revista Educação, 27(1), 75-131. https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/view/375

Renzulli, J. S. (2014a). A concepção de superdotação no modelo dos três anéis: Um modelo de desenvolvimento para a promoção da produtividade criativa. Em A. M. R. Virgolim, & E. C. Konkiewitz (Org.), Altas habilidades/superdotação, inteligência e criatividade: Uma visão multidisciplinar. (p. 219–264). Papirus.

Renzulli, J. S. (2014b). Modelo de enriquecimento para toda a escola: Um plano abrangente para o desenvolvimento de talentos e superdotação. Revista Educação Especial, 27(50), 539-562. https://doi.org/10.5902/1984686X14676

Renzulli, J. S. & Reis, S. M. (1985). The schoolwide enrichment model: A comprehensive plan for educational excellence. Creative Learning Press.

Renzulli, J. S. & Reis, S. M. (2008). Enriching curriculum for all students. Corwin Press.

Rondini, C. A. (2019). Caminhos e descaminhos na formação docente para o trabalho com os estudantes com altas habilidades/superdotação. Formação Docente - Revista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores, 11(22), 79-94. https://doi.org/10.31639/rbpfp.v11i22.246

Sabatella, M. L. P. (2012). Expandir horizontes para compreender alunos superdotados. Em L. C. Moreira, & T. Stoltz (Coords.), Altas habilidades/superdotação, talento, dotação e educação (p. 115-134). Juruá Editora.

Sacristán, J. G. (2013). Qué significa o currículo? Em J. G. Sacristán (Org.), Saberes e incertezas sobre o currículo (pp. 16-35). Penso.

Santos, C. R. & Parizzi, J. H. (2020). Dilemas raciais brasileiros: O racismo estrutural e os limites e as perspectivas da Lei no 12.711/2012. Educação e Políticas em Debate, 9(Especial), 84-94. https://seer.ufu.br/index.php/revistaeducaopoliticas/article/view/55606

Sholl-Franco, A., Barreto, T. M., & de Assis, T. S. (2014). Neuroeducação e inteligência: Como as artes e a atividade física podem contribuir para melhora cognitiva. Em A. M. R. Virgolim, & E. C. Konkiewitz, (Org.), Altas habilidades/superdotação, inteligência e criatividade: Uma visão multidisciplinar. (p. 139-160). Papirus.

Silva, R. R. (Org.). (2004). Um só coração. Folha de São Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0401200408.htm

Publicado

2025-03-27

Número

Sección

Artículos (Sección arbitrada)

Categorías

Cómo citar

Bergamin, A. C., Fiorot Junior, J. A., & Rondini, C. A. (2025). Propuestas de enriquecimento curricular en clase común: Modelo de enriquecimiento triádico de Renzulli. Revista Electrónica Educare, 29(1), 1-21. https://doi.org/10.15359/ree.29-1.18493