PERCEPÇÃO GEOGRÁFICA DOS RISCOS METEREOLÓGICAS QUE AFETAM O TURISMO

  • Herbe Xavier Doutor em Geografia. Professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Belo Horizonte, MG. Brasil.
Palabras clave: percepção, megacidades, limiares de tolerância.

Resumen

O objetivo deste estudo é discutir a percepção geográfica dos riscos da natureza nas megacidades de paises pobres, onde tem sido considerável a ocorrência de catástrofes.

A maior parte dos riscos da natureza apresenta característica comuns: os prejuízos crescentes e as catástrofes aumentam, mas o ajustamento aos custos apresenta características diferentes nas diversas partes do mundo.

Se as pessoas sabem que determinada área é sujeita a riscos por que continuam a habitar esses locais? Sabe-se que as pessoas, ao se instalarem em áreas se risco, colocam-se a mercê do acaso, estão incertas quanto à ocorrência ou não do risco e sempre permanecem despreparadas para recebê-lo,

Apoiada nas poucas informações disponíveis, essas pessoas deixam de colocar em prática os planos de emergência que poderiam minimizar os impactos sofridos. Tal pressuposto conduz à necessidade de se conhecer os limiares de tolerância dos moradores das áreas de risco. Muitas sociedades sobrevivem e chagam a prosperar nas áreas de risco. Isto se torna possível graças à capacidade delas enfrentarem o problema mediante adaptação e ajustamento.

Biografía del autor/a

Herbe Xavier, Doutor em Geografia. Professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Belo Horizonte, MG. Brasil.
Doutor em Geografia. Professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Belo Horizonte, MG. Brasil.
Cómo citar
Xavier, H. (1). PERCEPÇÃO GEOGRÁFICA DOS RISCOS METEREOLÓGICAS QUE AFETAM O TURISMO. Revista Geográfica De América Central, 2(47E). Recuperado a partir de https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/2499